Amar também significa, muitas vezes, abrir mão desse alguém, deixá-lo ir amar outra pessoa e ser feliz por ele. Eu sempre soube que, por te amar como te amo, tinha de aprender a abrir mão daquilo que te tornaste, e ver-te partir muito antes de teres chegado sequer, mas eu continuo a estar aqui, com o coração disponivel para ti, para o caso de, um dia qualquer, quereres cuidar dele.
Quando nos apaixonamos por alguém queremos que essa pessoa corresponda, que também nos ame da mesma maneira, mas nem sempre nos apaixonamos pela pessoa que está apaixonada por nós. Eu apaixonei-me por ti, sabendo de antemão que tu não o estavas por mim, mas isso não me impediu de nada, até porque não mando no meu coração. Seja como for, ao saber disso, podia ter lutado para te esquecer, podia ter chorado ao ponto de nem sequer conseguir olhar para ti, podia ter sofrido ao ponto de nem sequer conseguir estar ao teu lado, só que não quis seguir esse caminho, agarrei em toda a força que tinha e deixei que continuasses a ocupar-me o coração, devagar, com carinho.
Nem sempre tenho a perfeita noção de que te amo ao tempo que te amo, por vezes acho que te amo há menos tempo, mas já vão quase quatro ano, mais coisa menos coisa. Quatro anos não são quatro dias, são muitos dias a amar a mesma pessoa, mas é tão bom estar apaixonado! E estar apaixonada por ti, de facto, é maravilhoso, porque se assim não o fosse eu teria sentido cada dia a passar, sentiria esses dias a arrastarem-se e a desejarem serem os últimos. Nunca me senti assim, desejosa de te esquecer, muito pelo contrário, estava desejosa de te amar ainda mais e de ter a coragem suficiente para o conseguir dizer, primeiro, em voz alta e depois a ti.
É isso que me falta: coragem. Também é preciso quando se trata de questões de amor. É preciso suster a respiração e dizer de uma vez o que sentimos, ou então vamos guardando para nós, vamos amando à distância, pedindo para que, como quem pede um milagre, aquela pessoa dê o primeiro passo, demonstrando todo o seu amor por nós. Ora, tu nunca deste esse primeiro passo, nem nunca eu o esperei que desses, por isso mesmo também nunca fui capaz de o dar. É por isso mesmo que consigo estar ao teu lado como se apenas te visse como um amigo de longa data, como se dentro do meu coração tudo permanecesse igual.
Sim, é verdade que, por vezes, me mata um bocadinho por dentro saber-te tão distante, saber-te de coração disponível para amar outra pessoa. Sim, é verdade que irei ruir por dentro quando te vir de coração entrelaçado a outra pessoa, mas isso faz parte. Tu não me deves nada, e muito menos tens a obrigação de te resguardares a esse ponto. Tu és livre, por isso só quero que entregues o teu coração a alguém que saiba cuidar dele, que o saiba amar como tu mereces, que te saiba proteger e amparar. Só quero que não te faça sofrer, não o mereces. O que me deixa em sobressalto é mesmo isso sabes? Nem é tanto saber que provavelmente te verei de mãos dadas com outra pessoa qualquer, é mesmo vir a saber que a amas com tudo de ti e depois ela te faça sofrer. Mas isso não passa de uma preocupação desnecessária, tenho a certeza, até porque sei que vais encontrar alguém que te faça bem, que te ame com todo o seu coração e serás feliz, porque é fácil gostar de ti, muito fácil.
O amor tem muitas facetas. Quando amamos queremos estar sempre perto dessa pessoa, construimos muitos sonhos, traçamos muitos objectivos, e queremos que ela corresponda. Quando nos apaixonamos, e essa paixão se torna em amor, imaginamos pequenos cenários que englobam muito do mesmo: muitos sorrisos, muitas promessas, muita cumplicidade, muitos beijos ternos, muitos abraços, muitas demonstrações de carinho, muitas surpresas... Criamos sempre uma onda de romantismo que nunca imaginamos ser possivel antes de estarmos assim, apaixonados. Mas isso faz parte, o coração torna-se mais doce, mais carinhoso, mas ao mesmo tempo mais responsável e preocupado. Quando amamos deixamos de viver só em função de nós, passamos a viver em função do outro. Quando amamos não perdemos o nosso espaço, aprendemos a partilha-lo com a pessoa que nos arrebatou o coração. Mas para amar é preciso ser forte, é preciso saber que nem sempre as coisas se vão desenrolar como estamos à espera, nem sempre esses pequenos cenários resultarão em memórias felizes e nem sempre será possivel criá-los, porque nem sequer temos a possibilidade de iniciar uma relação com esse alguém de quem tanto gostamos. Aí temos de perceber que quando amamos é importante estarmos preparados para tudo, é importante estarmos prontos para deixar o nosso amor partir, pois ele pode não ter sido feito para nos amar a nós.
O amor, assim como as saudades, não magoam. O que magoa é as pessoas exigirem o que o outro não pode dar emocionalmente; o que magoa na saudade não é a saudade, é a solidão. Amar é dos sentimentos mais bonitos que podemos ter por alguém, assim como as saudades, porque se a saudade existe é sinal de que aquela pessoa é importante para nós, é porque é especial e nos faz falta; quando estamos longe dela sentimo-nos sozinhos, desamparados, e é essa sensação de solidão que nos magoa, que nos aperta o coração. Quando amamos alguém não podemos sofrer por ela, não é suposto sofrermos por amor; se há sofrimento é porque as pessoas não se sabem cuidar, não é porque o amor magoa. Eu tenho saudades tuas, pelo simples facto de tu seres tão especial na minha vida, mas isso não magoa. Nem isso, nem o facto de tu não me amares a mim, porque eu amo o suficiente para saber que a culpa não é tua.
Se eu te disser que em todos estes anos nunca chorei por ti tu acreditas? Podes acreditar, pois é a verdade. Em todos estes anos nunca deixei cair uma lágrima, nunca senti o meu coração a apertar de tal maneira que estar ao teu lado fosse sufocante. Sempre me senti bem ao pé de ti, tranquila, sem ponta de nervosismo. Quer dizer, o coração acelera sempre um bocadinho, mas o que era o amor sem isso? É verdade que estar ao teu lado me deixa mais nervosa, porque tenho medo que, num dado momento, diga algo que não era suposto, mas aguento isso bem. Tenho a certeza absoluta que tu não reparas em nada disto, talvez por eu o saber esconder bem, mas acredita que não é fácil esconder este amor durante todos estes anos, ainda para mais porque ele cresce de dia para dia. Mas isso também se aprende, aliás, tanto na vida como no amor, estamos sempre a aprender.
Eu acredito no destino e acredito que ele te colocou no meu caminho por um motivo qualquer que eu irei descobrir. Sei que entraste no meu coração, quanto mais não seja, para o fortaleceres, para o tornares mais resistente na categoria de “amores não correspondidos” e acho que tem resultado bem. Amadureci em muitos aspectos, aprendi que só podemos exigir das pessoas aquilo que lhes damos, aprendi que abdicar nem sempre significa gostar menos, por vezes é o contrário; aprendi a confiar e a acreditar mais em mim, aprendi que temos de olhar mais para as nossas virtudes, porque se acreditarmos em nós os outros também o irão fazer; aprendi que quando amamos, amamos também os defeitos, e eu sei que ainda tenho alguns. Mas, sobretudo, aprendi que se não gostas de mim é mesmo porque não tinhas de gostar.
É claro que quando o amor nos bate à parte redobramos a esperança, anseamos para que não nos fechem a porta na cara. Por isso não te vou esconder que eu também tive esperança, porque a tive, e durante muito tempo esperei por ti, esperei que me batesses à porta, que me mandasses uma mensagem de manhã e outra quando me fosse deitar, que me ligasses só porque sim, que te preocupasses comigo, que tivesses estado ao meu lado quando mais precisei. Sabes? O último ano foi mesmo complicado para mim, perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida e senti que o chão me fugiu de debaixo dos pés, e não te vou esconder que gostava que tivesses lá estado, que me tivesses dado um abraço ou um leve beijo na bochecha. Mas não estiveste e não te culpo por isso, muito menos fico magoada, até porque no amor também aprendemos a perdoar e eu tenho a certeza de que se tu soubesses o quanto a tua presença era importante terias feito um esforço para lá estar. Seja como for, tu estiveste lá, uma vez que eu te levo sempre no meu coração, e não duvido que, como um bom amigo que és, ficaste triste por mim e preocupado, porque naquela “força” que me mandaste eu senti o coração aconchegado, como se lhe tivessem acabado de dar um abraço.
Amar também significa abdicar, isso não significa que se ame menos, significa é que crescemos o suficiente para perceber que temos de aceitar que aquele coração não nos pertence. Eu cresci o suficiente para agora saber isso, para te continuar a amar e saber que não posso ficar magoada por não gostares de mim, mas gostares de outra pessoa. Isso nem sequer fazia sentido. Mas eu passei por essas fases todas: pela fase da negação, pela fase da esperança, pela fase do querer estar perto, pela fase da insegurança,... Até que cheguei à fase da aceitação, e aceitei que te podia continuar a amar, mas tendo a certeza de que, mais cedo ou mais tarde, ia deparar-me com a realidade de te encontrar com outra pessoa, mas isso não me incomoda, até porque é precisamente por sentir o que sinto por ti que te coloco em primeiro lugar. Não faria sentido gostar de ti e não querer que fosses feliz, seja ou não comigo. Até posso não gostar da ideia de não ser eu a cuidar do teu coração, mas se encontrares alguém que o trate bem é o suficiente para que eu possa ficar tranquila. Não posso fazer mais do que o que faço, tu não podes dar mais do que o que dás, por isso só me resta continuar o meu caminho, mantendo-te na minha caixa forte, guardada no lado esquerdo do peito.
Gosto muito de ver pela perspectiva do “copo meio cheio”, acho que é a melhor solução para aceitar determinadas circustâncias e para seguir um novo caminho. Já me disseram que sou demasiado optimista, não discordo, e não me importo de o ser, se calhar até acaba por ser um defeito, mas se calhar até sou mais realista por isso. Confuso? Sou optimista sim, não consigo sentir-me magoada por amar uma pessoa e ela não me amar a mim, que culpa é que ela tem? Nenhuma! E muito menos culpa tenho eu. O que é que me adianta chorar, ir a baixo, sentir-me desconfortável ao lado dela? Não me adianta nada, até porque isso não muda sentimentos. Sim, sou bastante optimista, mas também sou realista, porquê? Porque sempre soube aceitar bem as coisas, porque nunca te exigi o que não me podias dar, porque não me iludi para me desiludir a seguir, porque sempre soube respeitar o teu espaço e sempre soube separar a amizade do amor. Porque aceito que possa existir uma terceira pessoa entre nós, mesmo sabendo que nunca houve um “nós” como eu gostava que tivesse existido.
Não, não sou feita de força, nem aceito tudo com a melhor atitude, mas tento fazê-lo por mim, para não me magoar a mim própria. Também não sou fria ao ponto de dizer que “se não me amas, vou deixar de me preocupar”, aliás, tenho um coração bastante mole, que chora com facilidade, que se preocupa em demasiada, que vive tudo muito intensamente e que, sobretudo, sente muito a tua falta, mas volto a frisar que é por te amar tanto que tenho de aceitar que tenho de te deixar ir, até porque não me pertences, quanto muito és uma prioridade no meu coração. E acredita, eu abdiquei de ti no que toca a conseguir aceitar que amarás outra pessoa, mas continuarei a preocupar-me, a estar sempre disponível e a esperar por ti.
O amor tem várias faces e escolha eu a que escolher a verdade será só uma: eu amo-te e tu não me amas a mim. O meu coração pode ser frágil, mas também se sabe proteger, e mesmo que este amor seja só meu continuarei a lutar por ele, porque este amor faz-me bem. Mesmo que eu continue a amar-te e tu comeces a amar outra pessoa, tu continuarás a fazer sentido, continuarás a ser uma prioridade no meu coração. E enquanto as pessoas me continuarem a dizer que sou demasiado optimista, eu continuarei a dizer que tu vales a pena, que dentro do meu optimisto tenho a realidade bem diante dos meus olhos e não faço de conta que não a vejo. Eu sou feita de amor, vivo por amor, e continuarei a amar-te a ti!



46 jasmins:
Obrigada querida *
Vou tentar dar ouvidos ao coração :) *
Sabes M., por vezes paro aqui no teu cantinho, leio os textos que escreves, mas raramente me sinto tentada a comentar. Não é por não gostar do que leio [pelo contrário], trata-se simplesmente de falta de vontade, falta de tempo, falta de inspiração... Mas hoje NÃO podia mesmo deixar passar este texto MARAVILHOSO, ESPECTACULAR, LINDO. Não estou a exagerar, não estou mesmo a exagerar. Concordo com TUDO o que escreves. Tivesse eu o teu talento e inspiração, estas palavras podiam ser todas minhas. Já passei por muito do que aqui retrataste... Não sei o que é amar durante 4 anos e não ser correspondida mas sei o que é ser correspondida durante cerca de 8 meses e depois ser deixada "pregada na pedra do porto", como canta o Chico Buarque. Sei o que é abdicar de um amor, sei o que é deixá-lo ir para os braços de outro alguém e nunca exigir nem cobrar-lhe nada, nunca o culpar por não me pertencer, nunca desejar má sorte para o lado dele. Por amor abri-lhe os braços, primeiro para o receber mas, mais tarde, para que ele voasse e procurasse outro ninho. Já chorei muitas lágrimas, já me desiludi algumas vezes, já esperei por palavras ou atitudes que nunca chegaram até mim mas, sempre por amor, aceitei a realidade como ela é e não lhe atirei nada à cara, não fui má e não o prejudiquei. Hoje ainda vivo um bocadinho presa ao que fomos mas como tu dizes acertadamente, conselho que eu vou tentar cumprir, há que ser optimista, vendo com clareza a realidade perante os nossos olhos. Só assim estaremos bem com os outros mas, sobretudo, com nós próprios.
Parabéns! Parabéns!
GRANDE texto ;) Obrigada e tbém adoro o teu blog :) beijinho
Embora magoe muito, concordo totalmente com a primeira frase.
Muito booom mesmo :') Obrigada <3
Bem, que belo texto!
Não preciso de repetir-me e dizer-te: uau, escreves lindamente! Opssss, voltei a repetir-me =) mas tu já sabes que gosto dos teus textos e dos temas que abordas!
Amar... amar é isso e muito mais, adorei, MESMO!
é mesmo, adorei *
oh se é :)
Não podia concordar mais com este post. Adoro a tua sensibilidade e frontalidade em falar destes assuntos querida *
continuo a ter a mesma opinião. és fantástica e escreves fantasticamente bem.
obrigada, é mesmo isso.
tu escreves mesmo bem!
é mesmo verdade. Lindo como sempre *
adoro este blog! :o
ainda bem fofinha e obrigada :)
Adoro o teu e o blog, está mesmo lindo *-*
Vou seguir, segues também o meu ? :)
fico de boca aberta e alma pasmada sempre que te leio, sempre coisas assertivas e brilhantes. muito obrigada, mas aqui quem está de parabéns és tu! a boa escrita inunda-te *.*
por isso mesmo é que eu comento pessoas que admiro ! e adoro o que escrevem.
De entre este texto maravilhoso, houve uma parte que mereceu mais a minha atenção. Quando dizes "Só quero que não te faça sofrer, não o mereces". Acho que também deves pensar em ti e na tua felicidade. E não é uma felicidade egoísta, é amor por nós mesmos. Porque temos que nos preocupar connosco, porque nos temos a nós mesmos sempre.
Outra das coisas que me marcou, foi o facto de dizeres que acreditas no destino. Fazes muito bem! Também acho que nada acontece por acaso e, tudo o que de mau que nos acontece tem sempre algo bom escondido, e são essas coisas boas que temos que reter para as nossas vidas. E depois da tempestade, vem a bonança.
Agora, FORÇA, positivismo que, com um bocadinho de boa vontade, conseguimos chegar onde queremos, demore mais ou menos tempo. Acredita, ainda hás-de ser muito feliz!! Um grande beijinho*
ora essa. compensador é existirem seguidores como tu, de coração.
E fazes tu muito bem querida! 'Ele' é deveria ver como tu escreves bem :)
mas no meu caso, esta tudo mais que esclarecido fofinha :)
É mesmo. Ele agora 'fugiu' um bocadinho, mas dele voltar. Eu acredito que sim :) obrigada*
ADOREI O TEU!
isso é amor de verdade...
lindo
bem verdade *.* gostei deste texto ! uma verdade dura mas que devíamos aprender a aceitar .
muito obrigada, querida *
adorei $: sigo
podes crer, era bom que ganhassemos de certa forma defesas logo para as primeiras vezes. Na realidade eu acabo sempre por me magoar um bocado.
Bj*
Muito obrigada pelas tuas palavras! Ajudam imenso .. eu sei que tenho de ser forte por mim, e por eles, mas nem sempre é fácil, por mais que tente esconder que 'estou bem, dentro do possível', não consigo, porque é algo que me afecta imenso, e corroí-me a alma :x
Tens toda a razão, e eu aos poucos aprendi a partilhar o meu espaço com outro alguém porém, fazê-lo, é algo que implica uma aprendizagem contínua, pelo menos para mim :)
Obrigada por me seguires, também já estou a seguir-te!
De nada, obrigada eu (:
Acho que já passei por todas elas! Está lindo como sempre Andreia :')
concordo em tudo!
Oh minha querida, muito obrigada de coração! É isso que vou tentar fazer... Obrigada também por todos os conselhos e por todo o carinho e toda a força. Muitos beijinhos :)
vivemos completamente com todo o nosso coração
Todos temos quebras e momentos menos felizes. Por vezes temos de deixar partir. Mas nunca podemos ir junto para longe, se é que me entendes.
Um grande beijinho *
Sabe pela vida :)
Não sei não Andreia, o facto de ter entrado na terceira fase não ajuda :x entrei numa altura em que já havia montes de trabalhos e frequências :X
eu gosto mt de psicologia. matemática é que não, nada mesmo. Obrigada, espero que corra mesmo bem :D
é mesmo. por muito que saibamos que nos podemos vir a magoar, acreditamos sempre, sempre. obrigada! :) *
É que é mesmo!
Espero que sim, tenho que conseguir :')
Awww, es linda *-* Muito obrigada querida <3
Para ser sincera, fiquei literalmente de boca aberta ao ler o teu texto, porque além de ele ser comprido, sempre que lia um parágrafo, dava-me vontade de ler o resto. e a sério, não tenho palavras, ao escreveres isto mostraste ter uma força que nem toda a gente é capaz de ter, porque nem todos conseguem aceitar o facto de amar e não ser correspondido. e falo por mim que já passei por algo idêntico no passado. és um exemplo de força, adorei :)
Obrigada querida M :)
Que texto mais certeiro! O amor é algo complexo, quase impossível de definir. Cada um de nós lhe atribui uma definição diferente consoante a sua experiência de vida. "O amor tem muitas facetas", muitas cores, muitos momentos, muitos sorrisos mas também muita dor, saudade, lágrimas. Muitas pessoas são infelizes por amar mas, a meu ver, é mais infeliz quem não quer/não consegue amar.
Beijinho enorme *
minha querida voltei :)
Concordo em tudo o que disseste, está lindo lindo* (:
qe blog, fofo, vou seguir c:
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