Vigésima Primeira Parte
O dia três de Setembro chegou mais rápido do que aquilo que conseguimos dizer. Entre fazer malas, aproveitar os últimos minutos, despedirmo-nos das pessoas que fomos conhecendo e com quem criamos laços, nem demos por os ponteiros do relógio avançarem. Mas estava na hora! Estava na hora de dizer até já a este paraíso que nos acolheu durante um mês e uns dias. Ainda não tinhamos ido embora e já estava a morrer de saudades.
Hoje acordei cedo, talvez por ansiedade, mas o certo é que não conseguia dormir mais, por isso levantei-me sem fazer barulho, vesti-me e vim dar um passeio pela praia. Vesti a t-shirt com as letras das musicas que o Salvador me ofereceu e o meu casaco da adidas, estava um pouco fresco tendo em conta a hora que era. Desci o areal e sentei-me em frente ao mar. A praia estava deserta, o que não era de estranhar, e isso agradava-me.
Fechei os olhos por breves momentos, entrelacei os meus braços em volta das minhas pernas e pousei o meu queixo sobre os joelhos. Sentia uma paz de espirito como já não sentia há muito tempo e enquanto estava ali, sozinha, apenas com o barulho das ondas a bater nas rochas como fundo, tive uma especie de sequência visual, onde recordei todos os grandes momentos que vivi aqui desde o primeiro dia em que cá chegamos.
Como tinha o telemóvel sem som não reparei que o Salvador já me tinha ligado duas vezes e me tinha mandado duas mensagens a perguntar onde estava. Respondi-lhe que vim dar um passeio pela praia, pedi desculpa pela demora e disse que estava tudo bem. O mais provavel é ter acordado, ter ido ao meu quarto ver se estava acordada, mas como não me viu lá, nem em parte nenhuma da casa, ficou preocupado.
Estou com a sensação de que não tarda e vou tê-lo aqui ao pé de mim. E vou gostar! Gosto sempre quando está ao pé de mim, ainda para mais porque sabe quando é que há-de estar e quando é que deve respeitar o meu espaço. Não me enganei
Salvador: Posso sentar-me ao teu lado? (estavas com um sorriso delicioso)
Leonor: Claro que sim meu amor!
Sentaste-te bem ao meu lado e eu encostei a minha cabeça ao teu ombro. Abraçaste-me com esse abraço quente e amoroso que só tu me consegues dar e ficamos alguns minutos em silêncio. Desde o primeiro dia que começamos a namorar que sabemos que há alturas em que o silêncio é precioso, pois isso faz-nos compreender que estamos mesmo ali um para o outro e que desfrutamos da companhia de ambos
Salvador: Deixaste-me preocupado (olhaste-me com ternura, sabias que não tinha sido intencional)
Leonor: Desculpa coração, não o queria ter feito. Aliás, nem sequer estava a contar ficar aqui tanto tempo se não tinha-te deixado um bilhete
Salvador: Eu sei que não fizeste por mal, só que eu acordei e fui ao teu quarto ver se estavas acordada, mas como não estavas lá pensei que estivesses na cozinha ou na sala...
Leonor: Mas como não me viste em lado nenhum ficaste preocupado (disse-o com o maior sentimento de culpa)
Salvador: Foi por isso que te mandei uma mensagem, mas como não respondeste liguei-te. Mesmo assim continuaste sem responder, dai ter ficado a pensar que tinha acontecido alguma coisa
Leonor: Não te queria preocupar, a sério que não! Não conseguia dormir, por isso vim dar um passeio pela praia, mas depois acabei por ficar aqui envolvida em memórias e não dei pelo tempo passar. Como tenho o telemóvel em silêncio não dei por nada, desculpa Salvador
Salvador: Está tudo bem meu amor, não fiques assim está bem?
Leonor: Podia, pelo menos, ter posto o telemóvel com som, assim evitava que ficasses preocupado (sentia-me mesmo mal)
Salvador: Não quero que te sintas mal, não foi nada de mais, podia ter acontecido comigo (o teu sorriso era largo e reconfortante). Tu sabes que se fosse outra pessoa qualquer eu era o primeiro a dizer que estava tudo bem e que o mais certo é que não tivesse ouvido o telemóvel, mas como és tu eu fico preocupado. Se tu ficares mais dois minutos do que é costume na casa-de-banho, e não é que conte o tempo que la passas atenção, eu fico neste estado (começaste-te a rir)
Leonor: Parvo, és um exagerado ( e comecei a rir-me também)
Salvador: Vês? Assim gosto mais
Leonor: Amo-te tanto (coloquei as mãos sobre o teu rosto e dei-te um beijo)
Abracei-me a ti e ouvi-te a sussurrar-me ao ouvido “eu também”. Fico tão completa quando me dizes isso assim, com tanta ternura e ao ouvido.
Estava na hora de regressarmos a casa, arrumar as malas no carro e voltar ao Porto. Encontramos o Vasco a meio do caminho e ajudamo-lo a carregar as malas, já que eram algumas e ele vinha em claro esforço. Assim que chegamos, a Lara estava à porta e quando nos viu correu para os braços do Vasco. A Francisca e o Ricardo estavam a trazer o resto das malas para a sala.
Francisca: Onde é que vocês se meteram?
Leonor: Fui dar uma volta pela praia e depois o Salvador foi lá ter comigo
Ricardo: Aproveitar os últimos minutinhos para namorar
Salvador: Claro que sim! (o olhar cumplice dos dois é magnifico de se ver).
Ricardo: Como é que nos vamos dividir? Não cabemos todos no mesmo carro.
Salvador: A Leonor vem comigo e a Francisca vai contigo é a única certeza que tenho (riu)
Francisca: Também é a mais obvia (riu-se de volta)
Leonor: Agora temos de ver em que carro é que a tua irmã e o Vasco querem ir
Lara: Vamos contigo maninho, pode ser?
Salvador: Claro que pode maninha, isso nem se perguntaste (passou-lhe a mão pelo cabelo)
Ricardo: Então ponham mais malas no meu carro, não vai caber tudo no teu, assim distribuimos o peso
Salvador: Tens razão, vamos lá tratar disso
Uma a uma fomos colocando as malas no carro. Tudo pronto, fechamos a casa, distribuimo-nos pelos carros e seguimos viagem.
Parámos para almoçar qualquer coisa pelo caminho e depois seguimos. A viagem correu bem, foi muito tranquila e produtiva. Conversamos, imaginamos o que é que a Francisca e o Ricardo diziam um ao outro, rimos muito, como seria de esperar, cantamos, dançamos como podiamos, faziamos concursos estupidos, entre muitas outras coisas. Foi uma viagem divertida.
Quando chegamos ao Porto, como seria de esperar, os nossos pais receberam-nos com um enorme abraço. Confesso que quando estavamos a vir embora da Ericeira já estava com saudades, mas é bom estar de volta a casa.
Não há nada melhor para matar as saudades do que fazer um grande jantar de familia, ainda para mais porque tinhamos imensas novidades para contar. Desta vez, juntamo-nos todos em casa do Salvador.
Mãe do Salvador: Entrem, entrem, fiquem à vontade
Sentiamo-nos todos em casa, independentemente se a casa era a do Salvador, da Francisca ou minha. Nós levamos as sobremesas e os pais da Francisca as bebidas, fizemos uma espécie de churrascada no telheiro e foi aí que os pusemos a par de todos os momentos.
Tornamo-nos numa grande familia e isso deixava-me orgulhosa e imensamente feliz. Ali não havia idades, havia um grupo de amigos que falava sobre tudo, mas sabiamos perfeitamente as distâncias e sabiamos que estaria sempre ali alguém para nos chamar à razão se fosse preciso.
É certo e sabido que quando se esta em boa companhia não damos pelo tempo passar, por isso não foi de estranhar que só regressassemos às respectivas casas perto das 5h da manhã, mas isso é irrelevante quando o tempo é de qualidade!
Desde que chegamos ao Porto, os dias têm sido muito tranquilos, não tinhamos grandes planos, mas arranjavamos sempre qualquer coisa para fazer. Fosse uma ida ao cinema, um passeio pelo parque, uma ida à praia; ideias não nos faltavam para passarmos o tempo, todos juntos, ou em pares românticos. É isto que eu gosto na nossa relação: esta amizade sem barreiras, sem sentimentos de posse, todos nós sabemos que, mesmo não estando todos juntos durante 24h, estamos sempre disponiveis uns para os outros e o facto de todos namorarmos não altera isso. Construimos amizades fortes e duradouras, tenho a certeza disso.
Sem darmos por isso, eu e o Salvador estavamos quase a comemorar o nosso segundo mês de namoro, andamos tão ansiosos que chegasse o primeiro e num abrir e fechar de olhos já tinha passado e já estavamos a dias de festejar mais um mês ao lado um do outro. Isto é bom!
No meio de mais um programa organizado para comemorar os dois meses, mais saidas e diversões a seis, o certo é que os dias iam passando e chegou a um dia que me deixava a mim e à Francisca em sobressalto. Estavamos particularmente nervosas e não o conseguiamos disfarçar, afinal tratava-se do nosso futuro.
Salvador: Estás estranha pequenina, o que é que se passa?
Leonor: Não é nada Salvador... (fui pouco convincente)
Salvador: Não vale a pena dizeres que não é nada porque nota-se a léguas que não estás bem (conhece-me tão bem)
Leonor: Tu conheces-me tão bem! (sorri). Estou preocupada e nervosa
Salvador: Por causa dos resultados?
Leonor: Sim. Esta incerteza se entro ou não na faculdade e se a Francisca também vai conseguir está a dar-me a volta ao estômago.
Salvador: Tem calma meu amor, tanto tu como a Francisca vão conseguir entrar. Tens de descontrair, não gosto de te ver assim. Andá cá (abriu os braços para me acolher num abraço).
Leonor: Eu sei que tenho de estar calma, mas é mais forte do que eu
Salvador: Eu sei que sim (passou as mãos pelo meu cabelo). Tive uma ideia?
Leonor: Que ideia?
Salvador: Liga à Francisca, que também deve estar uma pilha de nervos, que eu ligo ao Ricardo e vamos todos dar um passeio. Vocês precisam de se distrair (sorriu)
Leonor: O que é que seria de mim sem ti (dei-te um beijo). Vou fazer isso.
Como já seria de esperar, o Salvador tinha razão quando disse que ela ia estar uma pilha de nervos, porque estava mesmo. O Ricardo bem que teve o mesmo tipo de conversa com ela, mas não sortiu efeito, verdade seja dita, por mais que eu ache que o Salvador tem razão o certo é que continuo na mesma ansiosa, nervosa, preocupada. O melhor era mesmo irmos dar uma volta e ocupar a cabeça com outras coisas antes que dessemos em malucas.
Voltamos a casa já perto da hora do jantar, é claro que a esta hora, o mais provavel é que ainda não houvesse novidades, mas, pelo sim pelo não, não custa ir confirmar. Nada! No site ainda não há novidades! Começo a desesperar.
Salvador: Ai, que suspiro!
Leonor: Não gozes Salvador, isto é angustiante
Salvador: Eu sei meu amor, o ano passado também senti isso, mas não adianta ficares assim, o que tiver de acontecer acontece e eu tenho a certeza que tu entraste! És inteligente e esforçaste-te sempre para acabares com uma excelente média, calma
Leonor: Obrigado por me aturares quando tenho estes ataques de nervos e ansiedade
Salvador: Anda cá, olha para mim: estarei aqui para tudo, sempre
Leonor: Sabe sempre bem ouvir isso
Fico sempre mais tranquila quando ele está ao meu lado. Afinal, ele tem razão, eu esforçei-me para acabar com uma boa média e consegui, agora já não depende de mim; além disso, se não entrar na primeira fase posso sempre tentar a segunda, não vale é de nada começar a pensar negativo. Ele tem razão, novamente, por isso vou dar-lhe ouvidos e esperar pacientemente.
Estava a conseguir ficar mais calma e o Salvador já tinha comentado isso, mas tudo muda quando a Francisca me liga a dizer que vem a minha casa porque já sairam os resultados. Era impossivel terem saido, ainda agora estive no site a ver! Fiquei, claramente, em sobressalto e toda a calma que estava a sentir dissipou-se. Pronto, era agora! Que nervos.
Francisca: Vai ao e-mail
Leonor: Para quê?
Francisca: Ver o resultado! Eles mandam um mail antes de colocarem os resultados no site.
Leonor: Que estupida, como é que não me lembrei de ir lá antes? A senhora disse-me isso na altura em que fiz a candidatura (estava a sentir-me a rapariga mais estupida naquele instante)
Francisca: Vês o teu primeiro ou vejo eu?
Leonor: Vê tu
Francisca: Esta bem, deixa-me cá ver
A Francisca estava tão nervosa que quase nem conseguia escrever o e-mail dela. Assim que abriu a caixa de entrada, reparou no mail enviado pela DGES. O Ricardo estava atrás dela com as mãos sobre os seus ombros tentando acalmá-la. Apesar da ansiedade ser muita, o medo de ver uma resposta negativa é imenso, dai compreender a hesitação dela em abrir o mail.
Leonor: Queres que eu veja por ti?
Francisca: É suposto isto custar tanto?
Ricardo: É meu amor! Desculpa não ter algo melhor para dizer, mas é esta a verdade. Ainda me lembro de como eu e o Salvador estavamos
Salvador: Também passamos o dia à espera de saber se entramos ou não, mas quando o momento chegou também hesitamos. É normal.
Francisca: Não te importas de ver gemea?
Leonor: É claro que não (sorri). Fazemos assim: eu vejo o teu e tu vês o meu, pode ser?
Francisca: Parece-me uma óptima ideia!
Quando estava prestes a abrir aquele precioso mail a campainha toca: era a Lara e o Vasco. Hoje foram dar uma volta de barco e nunca mais se lembraram que hoje iamos ficar a saber o que nos reservava o nosso futuro. Quando nos viram todos de cara séria ficaram preocupados e depois juntaram-se numa onda de solidariedade que só os amigos conseguem dar uns aos outros e esperaram que as noticias fossem boas. E foram!
Leonor: Entraste (levantei-me da cadeira e dei-lhe um forte abraço)
Francisca: Não brinques! (estavas desarmada e atarantada)
Leonor: Não estou a brincar, vê
Francisca: Não acredito, eu entrei! Eu entrei!
Estava visivelmente radiante e não era para menos. Estavamos todos tão contentes que quase que me esquecia que eu ainda não sabia. Tal como combinado a Francisca viu o meu. Mantevesse séria durante algum tempo, mas depois não aguentou mais e começou-se a rir.
Leonor: Porque é que te estás a rir?
Francisca: Entraste meu amor!
Leonor: A sério?
Salvador: Eu disse-te (abraçou-me com ternura)
Rapidamente a minha casa tornou-se numa especie de circo tamanha era a algazarra, mas era por um bom motivo. No meio de todos estes festejos, o Ricardo pediu-me se podia ir ver uma coisa ao e-mail dele, como é obvio deixei-o ir.
Ricardo: Espero também festejar com vocês (sorriu)
Salvador: Festejar? Como assim?
Ricardo: Não te disse nada antes porque ainda não sabia se ia ser possivel, mas agora tenho de te contar.
Salvador: Contar o quê?
Ricardo: Pedi transferência para cá!
Salvador: A sério? (estavas radiante)
Ricardo: A empresa do meu pai destacou-o para vir aqui para o Porto, como é obvio o meu pai ficou feliz da vida com a ideia e eu também fiquei quando ele me disse, portanto fui tratar de me informar em relação às transferências e aqui estou eu a um passo de saber se te vou fazer companhia ou não
Salvador: Do que é que estás à espera, vê!
Não me lembro de ver o Salvador assim tão ansioso, mas compreendo isso, afinal o melhor amigo dele podia vir para a beira dele outra vez, como nos velhos tempos. Mas o melhor foi quando o Ricardo lhe disse que afinal ia ter de o aturar na faculdade e que conseguiu equivalência a todas as cadeiras do primeiro ano, podendo assim frequentar o segundo ano com ele.
Salvador: Isto é fantástico!
Ricardo: É como nos velhos tempos (sorriram)
Eu, a Francisca, a Lara e o Vasco ficamos muito felizes por eles, eram excelente noticias. Só nos estavamos a esquecer de um grande pormenor: os nossos pais ainda não sabiam de nada! Tratamos de lhes ligar a contar as novidades e isso valeu mais um jantar de familia. Como gosto destes jantares!
Estavamos todos animados, e outra coisa não seria de esperar. O jantar correu muito bem! Perto da meia-noite despedimo-nos dos nossos pais e viemos festejar os seis, afinal tinhamos direito.
O dia seguinte reservamo-lo para ir às duas faculdades tratar da matricula. Fomos primeiro à ESE, onde eu e a Francisca entramos em Educação Básica e depois fomos à ESTSP, onde o Salvador e o Ricardo se iam inscrever no segundo ano de Radiologia.
Estava tudo a correr bem até chegarmos à ESTSP! Quando o Salvador se estava a inscrever o responsável pelo curso quis falar com ele em particular. Estranhei, mas não fiquei preocupada até o Salvador voltar para a nossa beira com um ar derrotado, abraçar-me e dar-me uma noticia que nos apanhou totalmente de surpresa! Aí senti o meu coração a apertar, o sangue a gelar e as lágrimas a cobrirem-me o rosto. Não, isto não estava a acontecer!




57 jasmins:
Ainda bem quer dizer que temos alguma coisas parecidas!
Como é bom ler a continuação desta história *-*
Adorei Andreia *
é mesmo :3
Gostei (:
o que aconteceu? :o
ansiosa, ansiosa !
Só deu tempo de ver o primeiro :) mas é LINDO e amei mesmo.
Eu ando à procura de trabalho, vamos lá ver se me chamam agora no mês de Setembro. Eu já sentia falta destes dias assim *-* Adoro estar na cama a ver filmes ou a ler, ou quem sabe a escrever tal como tu, com este friozinho lá fora *
obrigada minha querida :')
sinto-me mal porque cada vez que venho aqui é só para responder ao que me dizes e nunca para falar das tuas histórias, desculpa não acompanhar desde o início :x
És tão fofinha *-*
Agradeço imensamente!
(Posso dizer que estou com a Daniela - quando não apanho as coisas pelo início também me esqueço de tentar apanhar sequer...) Desculpa.
a fotografia e a escrita são um consolo.
Adoro, adoro, adoro ! Parece que cada parte da história nos chama mais a atenção.
Obrigada querida *-*
isso é verdade querida *.*
sim, o Porto é lindo *.* eu ADORO !
é mesmo amor (:
Não tens de agradecer :)
obrigada princesa! a tua história qualquer dia vira um livro (:
ah e digo já, adoro a foto de perfil, estás linda!
Um beijinho
Aí está uma grande verdade querida! Obrigada então :') e sim, quando tiver um tempinho prometo que leio *
De nada, espero bem que sim !
E gostas de fazer exactamente o mesmo que eu :)
adorei, como sempre!
pablo neruda sempre no seu melhor :)
assim o espero querida M, bj
Estou ansiosa para ver que mudança é essa ;)
Tens mesmo razão, há pessoas que nos desiludem. O pior é que são sempre pessoas importantes, que julgávamos conhecer-nos melhor que nós próprias!
Mas...para a frente é que é o caminho :D
é mesmo querida e obrigada :)
Ja viste a novo painel do blogger? o.o
está lindo, LINDOOO (:
Obrigado pelos comentários minha linda :D
obrigada querida <3
também te expressas muito bem, acredita!
adoro mesmo esta história :)
tens toda a razão, minha querida.
obrigada por essas palavras <3
obrigada minha querida
está lindo M., ADORO muito !
quero continuação querida !
oh, muito obrigada :$
é verdade, é mesmo como um irmão pra mim
concordo plenamente contigo. adorei mesmo aquele video; pode-se dizer que me apaixonei :o
que sorte !
muito obrigada (:
Eu li o livro; mas nunca vi o filme, mas quero ver, o livro é fantástico o filme também deve ser *-*
é perfeita $:
sempre as palavras certas:)
Obrigada *
ainda bem que gostaste!
Ainda bem que gostaste :)
é mesmo querida :)
bem verdade!
As pessoas que vieram para aqui há já algum tempo, são aquelas que escrevem por gosto. A maioria dos que vieram há pouco tempo são aqueles que vieram por moda... e escrevem apenas para os outros ver e às vezes nada de jeito! Por isso, eu acredito que tu e todas as outras pessoas que sigo, escrevem com alma e soltam o que sentem. Não para os outros mas para bem-estar próprio.
Obrigada por continuares a visitar o meu blog! ^^
muito, muito obrigada :')
obrigada (:
' também eu, muito mesmo *
Muito obrigada minha querida :')
é um prazer ler o que escreves <3
e qdo se acha q absolutamente nada faz sentido? $:
hehe :)
ai ai as ferias esto acabar e eu tbm já lamento não poder estar mais no 'paraiso' :)
como sempre adorei xp
começo a ficar sem duvidas s:
e tu és sempre tão querida *-*
estava à espera de ver o que aconteceu ao salvador e puff! continua na próxima!
excelente forma de agarrar as pessoas à história, fico à espera do próximo capítulo!
Muito obrigada pelo apoio que me dás, é muito importante :)
És uma querida mesmo ^^
lindo lindo é aquilo que escreves, esta história está fantástica.
e desde já, agradeço meu anjo pela tua presença sempre presente no meu blog <3
vou agora ler o que não li sobre a história mas, aposto que está linda.
thanks :)
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